quarta-feira, 29 de junho de 2011

Jornalistas

Já alguém reparou como os jornalistas portugueses parecem baratas tontas à procura de sacar informações ao novo governo?
E já repararam como não sabem fazer perguntas pertinentes quando finalmente apanham um a jeito?
"De que está à espera?", perguntava um jornalista a um dos ministros.
Só faltava responder-lhe que estava à espera do autocarro.

E esta moda de apresentar uma notícia e a seguir fazer um directo para o mesmo local, onde claramente já nada se passa e termos de gramar com o jornalista a repetir tudo o que foi dito antes?
Quatro jornalistas num directo onde só se vêem ministros e secretários a passar?

Parece-me que as televisões podiam poupar bastante dinheiro, não só cortando nas deslocações, como também nas repetições inúteis de notícias!
Já para não falar em despedir tipos que fazem perguntas como "De que é que está à espera?" e "Que trapalhada é esta?"

Haja pachorra!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Iogurtes e outras novidades

A primeira experiência com a iogurteira correu bem.

Apesar de ficarem um pouco líquidos, estavam cremosos e saborosos.
Hoje vou usá-la de novo e juntar 3 colheres de leite em pó, para ver se consigo uma consistência mais satisfatória.

Ontem parece que senti o bebé pela primeira vez. Apesar de achar que ainda é cedo para isso, senti umas borboletas de um lado da barriga.
A ver vamos.

Segunda é a próxima consulta.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Iogurtes

Hoje comprei uma iogurteira!

Por 16.99€, no Minipreço, dá para 7 iogurtes de 150 mL cada.
Hoje à noite já lhe vou dar uso.

Ao tempo que andava à caça desta iogurteira. Vi-a uma vez à venda e voltámos para casa para ver se era muito complicado de usar e se realmente compensaria ter uma.
Acho que compensa. Para além da poupança por iogurte, há também a redução do número de embalagens cá em casa.

Prevejo uma utilização intensiva da dita.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Estórias da carochinha

Diz a senhora: "Ai menina, não esfregue tanto a barriga, senão quando a criança se tornar adulta não quer sair de casa dos pais"
Responde aqui a "menina", a rir-se imenso: "É mesmo por isso que lhe faço festas!"

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cuidado básico de higiene

Lavar as mãos, minha gente.

Lavar as mãos é algo rápido, barato e indolor.
Ajuda-nos a prevenir uma série de infecções e maleitas.

É um hábito tão simples que se incute desde criança. Comigo foi assim.

Chega-se a casa, lava-se as mãos.
Antes de sentar à mesa, lava-se as mãos.
Depois de comer, lava-se as mãos.
Vai-se à casa de banho, lava-se as mãos.
Antes de preparar a comida, lava-se as mãos.
Mexe-se em carne ou peixe crus, lava-se as mãos.
A criança precisa de ser mudada, lava-se as mãos, antes e depois.
A criança andou na brincadeira pelo chão, lava-se as mãos.

A lista pode continuar...

Não digam que é o verão que traz as diarreias e afins. Lavem masé as mãos! O ano todo!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Família de sangue

Quando te pões com essas m**das de tentar com que eu te faça perguntas, dá-me uma vontade de te mandar às urtigas.
Se és tão crítica em relação ao modo como a nossa família faz as coisas, não faças tu o mesmo.

Gosto pouco de ser usada. Muito menos pela família.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Há coisas que me tiram do sério

Entre essas coisas encontram-se as campanhas de solidariedade em que não apelam à nossa participação mas tentam sacar dinheiro fazendo-nos sentir más pessoas se não o fizermos.

Como regra, nunca contribuo para este tipo de campanhas. E acredito que como eu, há muita gente assim.

Talvez até tenha sido por esse motivo que este ano o Banco Alimentar conseguiu angariar mais comida do que o ano passado.
O que se passou o ano passado com a campanha do Banco Alimentar foi, do meu ponto de vista, vergonhoso. Uma corrente de adolescentes à porta do supermercado, com ar ameaçador a travarem a entrada dos clientes, como se tivessem sido contratados para gorilas à porta de uma discoteca qualquer!
Ou então, os mesmos adolescentes, a terem crises de namoricos ali, mesmo em frente a quem fosse a passar.
Acho fantástico que os adolescentes se interessem pelo voluntariado, mas acho que deixá-los sem supervisão foi uma má escolha.
Este ano, a campanha retomou os contornos habituais. Ainda bem!

A campanha do "Arredonda", para mim, tem o mesmo efeito. A Ajuda de Berço presta um serviço importantíssimo à comunidade e quem pode "deve" contribuir! Mas então... e a Worten? Não contribui?
E que tal se a Worten contribuísse com o mesmo montante "arredondado"?
Cheguei a ter uma tentativa de bate boca com uma funcionária da Worten que aventou com o argumento "Mas é só um cêntimo", mas não lhe respondi, embora mentalmente tenha dito que se é "só" um cêntimo, que o meta ela.

Mais recentemente, e pelo telefone, vieram com a conversa da menina, coitadinha, só tem 9 aninhos e coitadinha e a doença e os paizinhos da coitadinha e se não podíamos contribui com, pelo menos, 5 "eurinhos". E o que são 5 eurinhos nos dias que correm, pergunta-me a senhora.
Olhe, minha senhora, para muitos trabalhadores em Portugal, são duas horas de trabalho!

No entanto, há outras campanhas às quais não "resisto", como a da Liga Portuguesa Contra o Cancro, por exemplo. Ou algumas acções de solidariedade espontânea que aparecem nos locais que frequento.
No ginásio, por exemplo, aparecem muitas vezes acções relacionadas com a Sociedade Protectora dos Animais e também com lares e/ou idosos necessitados.

Quando não tentam fazer-me sentir mal ou impôr-me sermões, a solidariedade vem ao de cima.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A respeito do Dia da Criança

Hoje, ao encontrar-me com uma amiga, diz-me assim: "Hoje ando a dizer a toda a gente que todos temos uma criança dentro de nós e agora vejo que tu tens mesmo uma!"

Pois tenho!

terça-feira, 31 de maio de 2011

O que vale é que...

O que vale é que não tomámos a decisão de sermos pais baseada nas opiniões e relatos com que somos bombardeados.
Às vezes parece que até tentam demover-nos... partos horríveis, histórias macabras, equipas médicas vindas directamente das profundezas da terra.

A maior parte das vezes que se dá a notícia há uma alegria inicial e logo depois um relato qualquer que me deixa assim com uma cara de frete e a rolar os olhos. Qualquer coisa que comece com "Ai se for como comigo..." faz com que desligue imediatamente do resto que se segue.
Ainda só passaram 10 semanas e já desenvolvi um filtro. É impressionante a capacidade de adaptação do ser humano.

Outra expressão que também faz "espécie" é a seguinte: "Aproveita agora, porque depois...", seguindo-se um chorrilho de actividades que vão desde ir ao cinema, dormir, comer, tomar banho.


O que vale é que já desenvolvemos um reflexo de sorrir e acenar com a cabeça enquanto a chuva de conselhos, palpites e opiniões se faz sentir. Também acrescentamos um "Sim, claro!" de vez em quando, só para garantir que estamos mesmo atentos ao assunto.

Haja pachorra!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vamos ser pais!

Já não escrevia há muito tempo.
No dia 16 de Abril descobrimos que estamos à espera de um bebé! Foi uma felicidade extrema!

Desde então, temos vivido neste estado meio aéreo, em que o mundo parece um local perfeito e a vida corre-nos bem.
No entanto, e como tenho receio de perder algumas memórias deste tempo, convém escrevê-las para mais tarde recordar.

Neste momento, estamos de 10 semanas. Faltam 30!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Jerónimo Martins

Quando é que acabará a diarreia mental do responsável pelos anúncios do Pingo Doce?

Temo que seja infinita!

quinta-feira, 10 de março de 2011

De volta

Estamos de volta ao nosso Segundo Esquerdo!
A minha almofada não deu à sola e esta noite já deu o ar da sua graça.

É sempre bom voltar a casa.

terça-feira, 8 de março de 2011

Ai saudades...

Do que sinto mais falta quando vamos para outro lugar é... a minha almofada!
Não é que seja uma almofada xpto, simplesmente já tem a forma da minha cabeça e pescoço e deixa-me dormir tão bem!
Nada de nariz entupido, nem pescoço dorido! É uma almofada fantástica, só porque é minha!

domingo, 6 de março de 2011

Até Quarta-feira

Trocámos o nosso Segundo Esquerdo por um Rés-do-chão Direito.
Estamos a cerca de 350 km de casa, na companhia da minha família. Já não estávamos juntos desde a passagem de ano. As saudades já apertavam. Só é pena a chuva e o frio.

De qualquer forma está-se bem.

Os meus preferidos

Os meus preferidos são os blogues de cidadãos comuns. Nada de gente que tenha anúncios na televisão e façam parte da nobreza "bloguiana"!
Gente normal, com ideias próprias.
Gente em quem se pode confiar.

Agora quando acham que são mais que os outros... eh pá, não há pachorra!

quinta-feira, 3 de março de 2011

É confuso

Em alguns blogues que sigo, são frequentes os comentários repletos de ódio e estupidez.
Às vezes fico na dúvida se não serão os próprios autores a escrever aqueles comentários "anonimamente", só para dar mais salero à coisa.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Futebol

Isto do futebol tem muito que se lhe diga... ou não.
Parece que é suposto ficar triste ou alegre durante uma semana conforme o resultado da "minha" equipa.
Gente, quero deixar bem claro que a minha vida é imensamente mais complexa do que 22 marmanjos a correrem durante 90 minutos.
A minha felicidade ou profunda tristeza não depende do resultado de nenhuma partida desportiva. Nem futebol, nem ping-pong.

Até faço por não saber pontuações e datas de jogos. Há coisas mais importantes para memorizar. E quando digo mais importantes, não estou de todo a falar do vencedor da taça de Portugal 46/47.

Ouvi certa vez uma mulher a dizer que estava de luto, porque o "clube do seu coração" tinha perdido. Estas coisas aborrecem-me e deixam-me um bocadito triste.

Este fim-de-semana

Este foi um fim-de-semana complicado e com momentos bons, maus e muito maus.
Sábado começou com um funeral. Coisas da vida, digo eu, inevitáveis.
Foi um funeral estranho, com imenso tempo de reflexão e silêncio.
Deixei-me  ir abaixo, como já há muito tempo não acontecia.

Todo aquele silêncio na igreja, toda a envolvente da igreja, o tempo exagerado a levar com sol na cabeça, com todas aquelas campas à minha volta, quebraram-me.
Uma saudade avassaladora da minha avó materna bateu forte e não consegui conter-me. Até o ar me faltou.

A verdade é que eu não tive oportunidade de despedir-me dela. Sofreu um acidente vascular-cerebral e ficou cerca de meio ano, presa a uma cama, sem falar, sem andar, num estado semi-vegetativo.
As únicas respostas que tínhamos dela era virar o olhar na nossa direcção e, de vez em quando, um ligeiro aperto na mão.

Era extremamente difícil vê-la naquela situação e confesso que evitei entrar naquele quarto o mais que pude. A imagem que guardo da minha avó é completamente diferente: sentada no seu banquinho, com as costas encostadas ao relógio da sala, a fazer renda. Panos e colchas lindíssimas. E um sorriso grande, quando via os netos. Contava-me histórias dos seus tempos de nova e também histórias dos tempos de criança da minha mãe.

Não tive oportunidade de me despedir, se calhar ninguém tem essa oportunidade. Sinto imensa falta dela. Imensa.
E toda essa saudade veio ao de cima este Sábado de manhã.

Fomos almoçar fora, até tive direito a um miminho da minha cara-metade. Voltámos para casa e entregámo-nos às limpezas. O nosso extractor na cozinha estava mesmo a precisar de uma limpeza profunda. Há mais de oito anos que não era limpo.
Jantámos com os meus pais e ficámos na conversa até às onze.

Domingo acordámos já passava do meio-dia. Tratámos de digitalizar uma série de fotos da nossa família, para um projecto que temos em mãos e fomos jantar com os meus sogros.
Quando regressámos a casa, dedicámo-nos à culinária. Fizemos muffins, bolachinhas de cacau e bolachinhas de laranja. Tudo isto para termos lanches garantidos durante a semana, mais baratos do que os que se compram nas confeitarias e também, espero eu, mais saudáveis.

Quando terminámos, perto da meia-noite, ainda fomos ver uns episódios de Anatomia de Grey.
Hoje foi complicado acordar. Ainda há horas de sono para pôr em dia.

As receitas são boas e correu tudo bem. Só os muffins podiam ter ficado melhores, se o chocolate não tivesse ficado colado ao fundo das formas. Para a próxima já sabemos como temos de fazer.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Há 3 anos atrás...

... faleceu o meu Avô. O único Avô que conheci. O Pai do meu Pai.
Nascido em 1918, por pouco mais do que mês e meio não chegou aos 90 anos.

Lembro-te com muita saudade, Vô.

Ai como é bom

Ai como é bom assim acordar
Com o Sol na janela e a moto-serra a trabalhar...

Eram 8:32 da madrugada quando começaram a trabalhar. Mesmo em frente à janela do nosso quarto.
Estão a podar as árvores da nossa rua, como fazem todos os anos. Só que desta vez incomodaram-nos como nunca antes o fizeram.
Roubaram-me 10 minutos à cama. É imperdoável!