Diz a senhora: "Ai menina, não esfregue tanto a barriga, senão quando a criança se tornar adulta não quer sair de casa dos pais"
Responde aqui a "menina", a rir-se imenso: "É mesmo por isso que lhe faço festas!"
Do alto deste Segundo Esquerdo, exponho a visão que tenho do mundo e de quem nele vive
quarta-feira, 22 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Cuidado básico de higiene
Lavar as mãos, minha gente.
Lavar as mãos é algo rápido, barato e indolor.
Ajuda-nos a prevenir uma série de infecções e maleitas.
É um hábito tão simples que se incute desde criança. Comigo foi assim.
Chega-se a casa, lava-se as mãos.
Antes de sentar à mesa, lava-se as mãos.
Depois de comer, lava-se as mãos.
Vai-se à casa de banho, lava-se as mãos.
Antes de preparar a comida, lava-se as mãos.
Mexe-se em carne ou peixe crus, lava-se as mãos.
A criança precisa de ser mudada, lava-se as mãos, antes e depois.
A criança andou na brincadeira pelo chão, lava-se as mãos.
A lista pode continuar...
Não digam que é o verão que traz as diarreias e afins. Lavem masé as mãos! O ano todo!
Lavar as mãos é algo rápido, barato e indolor.
Ajuda-nos a prevenir uma série de infecções e maleitas.
É um hábito tão simples que se incute desde criança. Comigo foi assim.
Chega-se a casa, lava-se as mãos.
Antes de sentar à mesa, lava-se as mãos.
Depois de comer, lava-se as mãos.
Vai-se à casa de banho, lava-se as mãos.
Antes de preparar a comida, lava-se as mãos.
Mexe-se em carne ou peixe crus, lava-se as mãos.
A criança precisa de ser mudada, lava-se as mãos, antes e depois.
A criança andou na brincadeira pelo chão, lava-se as mãos.
A lista pode continuar...
Não digam que é o verão que traz as diarreias e afins. Lavem masé as mãos! O ano todo!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Família de sangue
Quando te pões com essas m**das de tentar com que eu te faça perguntas, dá-me uma vontade de te mandar às urtigas.
Se és tão crítica em relação ao modo como a nossa família faz as coisas, não faças tu o mesmo.
Gosto pouco de ser usada. Muito menos pela família.
Se és tão crítica em relação ao modo como a nossa família faz as coisas, não faças tu o mesmo.
Gosto pouco de ser usada. Muito menos pela família.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Há coisas que me tiram do sério
Entre essas coisas encontram-se as campanhas de solidariedade em que não apelam à nossa participação mas tentam sacar dinheiro fazendo-nos sentir más pessoas se não o fizermos.
Como regra, nunca contribuo para este tipo de campanhas. E acredito que como eu, há muita gente assim.
Talvez até tenha sido por esse motivo que este ano o Banco Alimentar conseguiu angariar mais comida do que o ano passado.
O que se passou o ano passado com a campanha do Banco Alimentar foi, do meu ponto de vista, vergonhoso. Uma corrente de adolescentes à porta do supermercado, com ar ameaçador a travarem a entrada dos clientes, como se tivessem sido contratados para gorilas à porta de uma discoteca qualquer!
Ou então, os mesmos adolescentes, a terem crises de namoricos ali, mesmo em frente a quem fosse a passar.
Acho fantástico que os adolescentes se interessem pelo voluntariado, mas acho que deixá-los sem supervisão foi uma má escolha.
Este ano, a campanha retomou os contornos habituais. Ainda bem!
A campanha do "Arredonda", para mim, tem o mesmo efeito. A Ajuda de Berço presta um serviço importantíssimo à comunidade e quem pode "deve" contribuir! Mas então... e a Worten? Não contribui?
E que tal se a Worten contribuísse com o mesmo montante "arredondado"?
Cheguei a ter uma tentativa de bate boca com uma funcionária da Worten que aventou com o argumento "Mas é só um cêntimo", mas não lhe respondi, embora mentalmente tenha dito que se é "só" um cêntimo, que o meta ela.
Mais recentemente, e pelo telefone, vieram com a conversa da menina, coitadinha, só tem 9 aninhos e coitadinha e a doença e os paizinhos da coitadinha e se não podíamos contribui com, pelo menos, 5 "eurinhos". E o que são 5 eurinhos nos dias que correm, pergunta-me a senhora.
Olhe, minha senhora, para muitos trabalhadores em Portugal, são duas horas de trabalho!
No entanto, há outras campanhas às quais não "resisto", como a da Liga Portuguesa Contra o Cancro, por exemplo. Ou algumas acções de solidariedade espontânea que aparecem nos locais que frequento.
No ginásio, por exemplo, aparecem muitas vezes acções relacionadas com a Sociedade Protectora dos Animais e também com lares e/ou idosos necessitados.
Quando não tentam fazer-me sentir mal ou impôr-me sermões, a solidariedade vem ao de cima.
Como regra, nunca contribuo para este tipo de campanhas. E acredito que como eu, há muita gente assim.
Talvez até tenha sido por esse motivo que este ano o Banco Alimentar conseguiu angariar mais comida do que o ano passado.
O que se passou o ano passado com a campanha do Banco Alimentar foi, do meu ponto de vista, vergonhoso. Uma corrente de adolescentes à porta do supermercado, com ar ameaçador a travarem a entrada dos clientes, como se tivessem sido contratados para gorilas à porta de uma discoteca qualquer!
Ou então, os mesmos adolescentes, a terem crises de namoricos ali, mesmo em frente a quem fosse a passar.
Acho fantástico que os adolescentes se interessem pelo voluntariado, mas acho que deixá-los sem supervisão foi uma má escolha.
Este ano, a campanha retomou os contornos habituais. Ainda bem!
A campanha do "Arredonda", para mim, tem o mesmo efeito. A Ajuda de Berço presta um serviço importantíssimo à comunidade e quem pode "deve" contribuir! Mas então... e a Worten? Não contribui?
E que tal se a Worten contribuísse com o mesmo montante "arredondado"?
Cheguei a ter uma tentativa de bate boca com uma funcionária da Worten que aventou com o argumento "Mas é só um cêntimo", mas não lhe respondi, embora mentalmente tenha dito que se é "só" um cêntimo, que o meta ela.
Mais recentemente, e pelo telefone, vieram com a conversa da menina, coitadinha, só tem 9 aninhos e coitadinha e a doença e os paizinhos da coitadinha e se não podíamos contribui com, pelo menos, 5 "eurinhos". E o que são 5 eurinhos nos dias que correm, pergunta-me a senhora.
Olhe, minha senhora, para muitos trabalhadores em Portugal, são duas horas de trabalho!
No entanto, há outras campanhas às quais não "resisto", como a da Liga Portuguesa Contra o Cancro, por exemplo. Ou algumas acções de solidariedade espontânea que aparecem nos locais que frequento.
No ginásio, por exemplo, aparecem muitas vezes acções relacionadas com a Sociedade Protectora dos Animais e também com lares e/ou idosos necessitados.
Quando não tentam fazer-me sentir mal ou impôr-me sermões, a solidariedade vem ao de cima.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A respeito do Dia da Criança
Hoje, ao encontrar-me com uma amiga, diz-me assim: "Hoje ando a dizer a toda a gente que todos temos uma criança dentro de nós e agora vejo que tu tens mesmo uma!"
Pois tenho!
Pois tenho!
terça-feira, 31 de maio de 2011
O que vale é que...
O que vale é que não tomámos a decisão de sermos pais baseada nas opiniões e relatos com que somos bombardeados.
Às vezes parece que até tentam demover-nos... partos horríveis, histórias macabras, equipas médicas vindas directamente das profundezas da terra.
A maior parte das vezes que se dá a notícia há uma alegria inicial e logo depois um relato qualquer que me deixa assim com uma cara de frete e a rolar os olhos. Qualquer coisa que comece com "Ai se for como comigo..." faz com que desligue imediatamente do resto que se segue.
Ainda só passaram 10 semanas e já desenvolvi um filtro. É impressionante a capacidade de adaptação do ser humano.
Outra expressão que também faz "espécie" é a seguinte: "Aproveita agora, porque depois...", seguindo-se um chorrilho de actividades que vão desde ir ao cinema, dormir, comer, tomar banho.
O que vale é que já desenvolvemos um reflexo de sorrir e acenar com a cabeça enquanto a chuva de conselhos, palpites e opiniões se faz sentir. Também acrescentamos um "Sim, claro!" de vez em quando, só para garantir que estamos mesmo atentos ao assunto.
Haja pachorra!
Às vezes parece que até tentam demover-nos... partos horríveis, histórias macabras, equipas médicas vindas directamente das profundezas da terra.
A maior parte das vezes que se dá a notícia há uma alegria inicial e logo depois um relato qualquer que me deixa assim com uma cara de frete e a rolar os olhos. Qualquer coisa que comece com "Ai se for como comigo..." faz com que desligue imediatamente do resto que se segue.
Ainda só passaram 10 semanas e já desenvolvi um filtro. É impressionante a capacidade de adaptação do ser humano.
Outra expressão que também faz "espécie" é a seguinte: "Aproveita agora, porque depois...", seguindo-se um chorrilho de actividades que vão desde ir ao cinema, dormir, comer, tomar banho.
O que vale é que já desenvolvemos um reflexo de sorrir e acenar com a cabeça enquanto a chuva de conselhos, palpites e opiniões se faz sentir. Também acrescentamos um "Sim, claro!" de vez em quando, só para garantir que estamos mesmo atentos ao assunto.
Haja pachorra!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Vamos ser pais!
Já não escrevia há muito tempo.
No dia 16 de Abril descobrimos que estamos à espera de um bebé! Foi uma felicidade extrema!
Desde então, temos vivido neste estado meio aéreo, em que o mundo parece um local perfeito e a vida corre-nos bem.
No entanto, e como tenho receio de perder algumas memórias deste tempo, convém escrevê-las para mais tarde recordar.
Neste momento, estamos de 10 semanas. Faltam 30!
No dia 16 de Abril descobrimos que estamos à espera de um bebé! Foi uma felicidade extrema!
Desde então, temos vivido neste estado meio aéreo, em que o mundo parece um local perfeito e a vida corre-nos bem.
No entanto, e como tenho receio de perder algumas memórias deste tempo, convém escrevê-las para mais tarde recordar.
Neste momento, estamos de 10 semanas. Faltam 30!
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